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Espíritos & Almas: MLeão

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Espíritos & Almas: MLeão

marcellolleao

Publicado há 972 dias - 0 estrelas

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Ciência nova

Ciência nova

As chagas abertas na própria alma devido a toxinas nocivas resultantes de um momento de fúria, fazendo com que permaneçam muitas vezes irreparáveis por sucessivos períodos reencarnatórios, não afetam apenas a qualidade energética do Espírito encolerizado, mas acarretam consequentemente danos profundos às propriedades orgânicas do corpo carnal envolvido.
Muitos estados patológicos tidos como irremediáveis pela ciência humana, nada mais são do que reflexos de desequilíbrios trazidos de existências pretéritas como resultado de uma herança maldita, ou seja, são frutos amargos a serem colhidos devido a excessos de toda a ordem plantados em outros períodos reencarnatórios, e portanto observamos o cumprimento da lei de causa e efeito.
Porém, esta lei não permanece restrita apenas como sequelas ao passado de vidas, mas dependendo do ultraje acarretado aos organismos espiritual e/ou carnal em existência atual, também aí poderemos nos deparar com uma lista vasta de doenças a se abaterem sobre o vacilante, seja como fator de intensidade em um organismo previamente sensibilizado, ou devido à sensibilização nova.
Com isso, fica clara a importância da visão espiritual na vida como um todo, e não apenas de cunho religioso e filosófico, pois com o advento do Espiritismo, pudemos dar um salto no aspecto do entendimento científico de modo geral.
E assim como tudo tem se debruçado progressivamente sobre essa nova fonte de conhecimento encorajadora, a medicina também tem prosperado a passos firmes, principalmente sobre o caráter preventivo. Prevenir ainda nos parece o principal meio de evitar males para o corpo material e espiritual.
E a importância desse entendimento vislumbra para o mundo do homem encarnado, um futuro promissor na ciência humana, já que é impossível de se separar a contingência de ordem espiritual em todos os sentidos, atrelada ao conhecimento e conseguinte à evolução das descobertas.
Um dos inúmeros pontos positivos que observamos nessa ciência nova, é o fato de fortalecer com clareza substancial a compreensão sobre o lado material da coisa, e dessa forma não se podendo conceber as ideias espirituais, sem antes abraçar com responsabilidade e coerência os louros já colhidos pela medicina física. Pois ambas se completam, não se admitindo uma sem a outra.
Os estados fisio-patológicos espirituais, bem como os tratamentos a serem preconizados devem passar por apreciação da investigação clínica com o mesmo rigor atribuída à medicina hipocrática.
Porém com mais propriedade de argumentos, os alicerces a que se encontram fundamentados os conceitos da medicina espiritual, habilita a levar em conta a base moral e religiosa da doutrina científica, colocando sobre os ombros do moribundo em questão, um peso muito maior de responsabilidade tanto etiológica, quanto para se atingir o objetivo curativo.
Existem várias ordens energéticas envolvidas em diferentes estados patológicos, desde a suscetibilidade vibracional à captação não intencional de energias provenientes de fluxos a nossa volta.
Vivemos em meio a correntes de energias de qualidade, quantidade e intensidade variáveis, independente do ambiente em que nos encontremos, e para o estabelecimento de um canal com dada carga energética, mesmo que a quilômetros de distância, o que se faz em razão de velocidade equivalente ao pensamento, não torna sem importância o ambiente envolvido, porém também não se apresenta como indispensável no sentido de enlace para determinada natureza energética.

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marcellolleao

Publicado há 972 dias - 0 estrelas

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Coragem e fé

Coragem e fé

Deus, encorajai aqueles com pouca fé,
Acolhei aos que a fé tende a esfriar,
E iluminai os que se encontram em meio a escuridão sem fé alguma.

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marcellolleao

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Chuva de bênçãos

Chuva de bênçãos

A chuva cai do céu para todos,
nalguns ela refresca e sacia a sede,
e noutros apenas molha.

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marcellolleao

Publicado há 972 dias - 0 estrelas

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O Alívio do perdão

O Alívio do perdão

Quando não perdoamos vivemos envoltos meio a nuvens de desespero, o coração inundado de ódio convalesce nas trevas da insensatez que cega os olhos da alma, afastando o ser humano de seu criador, no qual com perfeição tudo criou para a direção que conduz ao Amor.
A imperfeição é cárcere do ser desprevenido, e que não cessa em aprisionar a voz da razão.
Não existe meio perdão, nem tão pouco amor pela metade, se está no bem ou no mal.
O Amor tem que ser vivido inteiramente, bem como tudo que lhe constituem as partes.
Jesus tem ensinado que para seguir no caminho da justiça verdadeira, basta que se aja como justo, e dessa forma julgando-se sempre, jamais conseguiremos julgar a quem quer que seja.
O amor alivia as mágoas do espírito ao mesmo tempo em que o liberta das trevas da ignorância, enquanto que o ódio e o desejo de vingança o empurram num calabouço obscuro e tenebroso, aprisionados pelas correntes do orgulho e do egoísmo. 
As feridas devem seguir o seu curso natural, a cicatrização, porém poderão cronificar e causar dor crônica, prolongando assim o sofrimento se não tratadas corretamente, mas em usando o remédio correto, na dose adequada, certamente trará o alívio para a dor e até mesmo a cura para o enfermo.
Deixemos Cristo, o médico dos médicos curar as nossas chagas, sobretudo as da Alma, do coração.
Porém, tudo depende de nossas próprias escolhas, e com elas as consequências. 

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marcellolleao

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O Merecimento 

O Merecimento 

O Merecimento referido nas obras literárias que solidificam a Doutrina Espírita diz respeito quanto a apresentar-se apto, ou seja, receptivo para as energias do alto, pois por mais que a bondade de Deus faça com que chova ou irradie os raios do sol coletivamente, nem todos se apresentam em condições de receber as dádivas que vêm do céu, as boas energias oriundas do Pai estão para todos sim, mas estarão todos capacitados de coração para ao menos reconhecerem essa bondade? 
De que adianta tratar um enfermo que não lança crédito sobre o seu tratador, nem tão pouco sobre as medicações lhes ofertadas? 
De que adianta a bondade de Deus está disponível, se não nos apresentarmos disponíveis? 
Se nem mesmo muitas vezes reconhecemos com gratidão a dedicação e o amparo do criador? 
Jesus nos ensinou que "se não perdoarmos do fundo do coração as faltas que nossos irmãos tenham cometido contra nós, Deus também não nos perdoará os nossos pecados", porém Deus não é menos misericordioso por agir assim, muito pelo contrário, fortalece-se aí todo seu amor, pois sendo perfeito que é, lança a sua justiça que não é falha, para que possamos aprender a sermos justo também, através da prática da indulgência e da caridade.
Portanto os ensinamentos doutrinários estão com a razão quando afirmam que para ter antes é preciso ser, para receber antes é imprescindível doar, dessa forma, "amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo", é o mais puro exemplo de amor ensinado pelo Cristo. 
Existe uma lei da natureza que cabe nessa questão, a de "assimilação e repulsão dos fluídos", que naturalmente acontece constantemente com todos, encarnados ou não, basta observarmos as qualidades energéticas que atraímos ou repelimos, sempre por meio de nossas próprias escolhas, direta ou indiretamente. 
A misericórdia de Deus está constantemente em ação para nos favorecer, enquanto constantemente repulsamos essas forças maravilhosas, com a nossa falta ou pouca fé.

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marcellolleao

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Médium e mediunidade

Médium e mediunidade

Deve-se entender por médium aquele que seja capaz de estabelecer comunicação com os espíritos, direta ou indiretamente, voluntária ou involuntariamente, sabidamente ou não, influenciando ou tornando-se influenciado, assim todos temos algum grau de mediunidade, instrumento este facultado por Deus com finalidades definidas, dessa forma objetivando o resgate de débitos pretéritos e/ou como tarefa missionária em dada existência, porém à luz da evolução espiritual, que consiste nos benefícios advindos da colheita moral e intelectual.

A mediunidade é sobretudo uma responsabilidade assumida no plano espiritual sobre clara bagagem de compromisso. 

A mediunidade pode surgir conforme o merecimento, e sumir conforme o seu mal uso ou pouco emprego, como tudo na natureza que é subutilizado e que tende a se atrofiar.

Se bem utilizado, garante-se participação na colheita celestial, de outro modo, se mal for o seu emprego sofre-se quase sempre sério prejuízo reencarnatório, e a colheita proporcional nos mundos umbralinos.

Pode tornar-se penúria do ponto de vista material, em parte devido a pouco ou nenhum entendimento sobre tal questão, o que não se deve afirmar aos olhos daqueles que à vivem sobre a compreensão, e que lhe observam como um manancial maravilhoso de possibilidades no âmbito espiritual.

Jamais será a mediunidade uma forma de "castigo", já que compreedemos ser uma dádiva de Deus, que é infinitamente bondoso e justo, portanto a idéia de "castigo" fica por conta do homem.

A mediunidade para ser bem aproveitada dependerá do empenho dispensado sobre a nobre aquisição.

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marcellolleao

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A prece e a conveniência

A prece e a conveniência

Um homem jovem, julgava que um outro de igual juventude e mesma condição material era seu verdadeiro amigo, simplesmente porque estabeleciam constantemente trocas de favores em momentos de alguma necessidade, desde que fosse capaz de retribuir com o mesmo favor em outra dada ocasião, havia estima de habitual reciprocidade, ao contrário do que facultava a seu velho pai pobre e doente, o qual não lhe prestava o afeto digno de tal relação, quando possível, a humilhação quase frequente era demonstração dos sentimentos para com o pai fraco.

Mas em dada noite, num sonho, apresentou-se-lhe situação inesperada, alguém de aparência agradável, e embora não trouxesse recordações de que fosse capaz de
lembrar com clareza, o tom com que
se apresentava, soava familiar.

O companheiro novo então, brevemente lhe colocou a seguinte questão: "quem dentre estes parece o que verdadeiramente lhe têm laços de afetividade, e a quem julga realmente trabalhar interiormente tal relação para contigo, o que por mera conveniência, lhe apraz a mesma atenção em horas oportunas, ou o outro que em silêncio mesmo diante do desprezo filial lança em teu favor o olhar da ternura fraterna?"

"Quem lhe parece está mais habilitado para possibilitar-te o afago do abraço da paz, mesmo diante de recusa troca?"

"A teu turno, quem estaria disposto a dedicar-te até o último sopro de energia, para que a tua não lhe falte?"

"Quem a você amado irmão, é
dentre estes, o único que em reservados momentos, num canto de cômodo a muito esquecido, lhe traduz através da prece, este que é o mais consistente tesouro de todos, ou seja, o amor sem impostas condições, porém despercebido aos olhos da alma endurecida?"

E assim, num estalo, o despertar, e como no sonho situação parecida, para não dizer a mesma logo se deu, a troca igualitária naquele dia se fez necessária, mas como foi totalmente inesperado, pouco pôde realizar pelo amigo, e então o que parecia ser sólida amizade, transformou-se em grave dissensão.

Então, atordoado e profundamente aurido no desequilíbrio, ao se dirigir de rumo incerto pela grande casa, notou
que quase ao sussurro, um velho homem sozinho num canto de cômodo que há muito não visitava, estava ao que lhe parecia a dialogar, de joelhos, e com os olhos banhados em lágrimas, mas com autoridade de idéias, dirigia dessa forma as seguintes palavras: "Deus, vós que és o verdadeiro pai, e que a mim confiaste um maravilhoso filho, peço-lhe perdão pela minha incapacidade neste momento que se faz necessário, ele coitado, não tem culpa da minha atual situação, este querido filho faz tudo o que pode para ver-me bem, porém pouco posso fazer afim de que amenize o seu sofrimento, por isso rogo-te ô Pai verdadeiro, dá a este bom e amado filho, o que julgardes ser o ideal para fazer-lhe feliz".

E o filho, tomado de remorso profundo,
ao mesmo tempo que lhe sentia tocado por um suspiro de força
inexplicável e renovadora, voltou ao velho pai às lágrimas, caindo aos seus pés lhe implorava o perdão, em seu peito, o coração acelerado, e aos soluços, dizia em voz alta: "Deus, que me destes olhos, mas que por minha culpa, sufoquei a alma na cegueira da matéria, perdoá-me".

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marcellolleao

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Na Dor e no Bem

Na Dor e no Bem

A Doutrina Espírita não nos ensina que devemos amar a dor, mas que aprendamos a sofrer bem, com ânimo e fé na bondade de Deus, elevando-nos além da vida presente, fortalecendo assim a crença na vida futura, na eternidade da alma, na salutar convivência com o mundo espiritual e na perpetuação dos laços da família universal, e acima de tudo que, o amor somente é amor quando enxugando as lágrimas oriundas das dores alheias, exclui-se a própria dor.

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marcellolleao

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A humanidade e a evolução

A humanidade e a evolução

O espírito humano não é Deus, nem o contrário, 
não há dúvidas, 
obra de Deus, 
bela criação, que devera à beleza do livre arbítrio, 
fez - lhe simples, diante da busca moral e intelectual, iniciante, 
precavido de retroação, 
na direção que o libertará da ignorância. 

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marcellolleao

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Virtudes da alma

Virtudes da alma

O silêncio do coração, emudece as virtudes da alma.

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marcellolleao

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Vestígios passados

Vestígios passados

Registrados no íntimo espiritual, vestígios de experiências passadas, como tendências atuais, devem servir de análise quanto aos valores morais.

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Um instrumento

Um instrumento

A mediunidade é instrumento de trabalho a disposição da alma encarnada, devendo ser submetida à apreciação da disciplina e da moralização.

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