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CODEX

O Codex é um conjunto de Leis que explica o funcionamento de todos os aspectos fundamentais para a nossa evolução. Ele não é um apanhado de regras morais e sim, uma série de enunciados que contém conceitos que pouco entendemos no Ciclo anterior e que, provavelmente repetiríamos, errando, no atual. 
A cada mudança de Ciclo, nossos irmãos cósmicos dispensam estas Leis, novamente, para que consigamos viver em plenitude, harmonia, abundância e felicidade.

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CODEX O Codex é um conjunto de Leis que explica o funcionamento de todos os aspectos fundamentais para a nossa evolução. Ele não é um apanhado de regras morais e sim, uma série de enunciados que contém conceitos que pouco entendemos no Ciclo anterior e que, provavelmente repetiríamos, errando, no atual. A cada mudança de Ciclo, nossos irmãos cósmicos dispensam estas Leis, novamente, para que consigamos viver em plenitude, harmonia, abundância e felicidade.

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8. A Lei da Autoridade
A autoridade para o Universo é a criação e a responsabilidade sobre a criação. Todo ser que cria uma ideia ou um sentimento deve se responsabilizar por ele, pelo seu desenvolvimento e pelas suas consequências.


A autoridade tem ligação direta com responsabilidade.
Mas autoridade, para os conceitos universais, não tem relação com poder e sim, com criação, com autoria.
A Autoridade que compreendem no velho Ciclo, está relacionada com autorização. A autoridade para o Universo é a criação e a responsabilidade sobre a criação.
A primeira criação é sempre no nível energético de uma ideia ou de um sentimento.
Isso significa, objetivamente, que todo ser que cria uma ideia ou um sentimento deve responsabilizar-se por ele, pelo seu desenvolvimento e pelas suas consequências.

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7. A Lei da Realidade
A realidade só existe individualizada no espaço mental de quem a formou e não tem dimensão.


A realidade, apesar de poder ser aceita e compartilhada, é um conceito individual. Ela existe na mente de quem a formou e não depende de uma determinada dimensão. Isto vale para a terceira, para a quinta, para a vigésima quarta dimensão.
Não existe um consenso relacionado à realidade.
Em primeiro lugar, a realidade é apenas um conceito na mente de quem a formou. Muitos dos seres que formam a realidade têm um poder grande de convencimento e passam este conceito pelas gerações, que a entendem como algo real. Uma coisa, por ser material, não significa que seja real, no sentido de existir.
Este é um conceito bastante avançado e vai demandar certa experiência na quinta dimensão para verem o contraste disso, frente às coisas que se desmancham, mesmo se achando que eram reais.
Os seres deste plano e desta dimensão fazem uma confusão básica entre realidade e verdade. São dois conceitos diferenciados. Falaremos sobre cada um deles no decorrer das Leis.
O fato de não concordarem com um conceito, ou com outro, significa apenas que ele não está exatamente traduzido para o que entendem em relação à terceira dimensão.
Porém, nas Leis Universais, a realidade só existe na mente de quem a criou e não depende de nenhuma dimensão.
Conseguem verificar os conceitos da Lei anterior?
Quais são os conceitos da Lei anterior?
A Lei dos Protótipos diz que sempre há uma busca por uma forma para se materializar uma energia. Nenhum tipo de energia emitida, e isto compreende ideias e sentimentos, deixará de se finalizar numa forma.
Conseguem compreender inicialmente o conceito de que Vocês são energia?
Conseguem compreender que o corpo físico e todas as coisas que consideram como físicas são formas de energia?
Conseguem compreender que estas formas de energia lhes parecem mais densas, reais e objetivas do que, por exemplo, a energia elétrica, ou sonora?
O que difere a forma de energia que tem este nome, “sofá”, da forma de energia que tem o nome de “música”? Qual é a diferença entre uma e outra, senão a vibração?
Por que imaginam que uma seja real e a outra seja incorpórea? A partir do fato de aceitarem e entenderem que não depende da energia ter um corpo, a qual sentem com o seu corpo, por ser uma energia, podem evoluir e compreender a ideia por trás da realidade. Um objeto sólido é energia, tanto quanto os raios luminosos, tanto quanto as vibrações sonoras, tanto quanto partículas que nunca seriam nem vistas nem ouvidas, tanto quanto um pensamento, tanto quanto um sentimento.
Assim, e por tudo isto, a realidade só pode ser fixada como conceito de realidade, se tiver uma base de criação dentro da mente do indivíduo que possibilite que ela seja compreendida como realidade.
Se querem avançar no processo de verificar outras coisas que existem além das que conseguem tocar, ver, ouvir ou cheirar, têm que formar essa dimensão em suas mentes.
Talvez, entendendo o conceito de forma reversa, possam se aproximar mais da essência. Como conseguiriam ter contato com outro tipo de realidade? Apenas se isso coubesse dentro daquilo que entendem como possível. Então, simplificando a questão: a realidade é o que se entende como possível.
Se no avançar do seu tempo e espaço dimensional, entenderem ser possível que um ser humano se locomova como animais que voam, aquilo se transformará em realidade. A realidade precisa caber na mente, individualmente.
Não estamos tratando do que é real, estamos tratando do conceito de realidade. O que é real só faz sentido dentro do conceito de realidade. Quando dizem: “isto não existe, ou isto existe”, antes de mais nada, existe um correspondente mental àquela ideia, àquela energia em forma; aquela energia que tomou forma existe na mente, individualmente.
A realidade não é um consenso; é um conceito individual, que não tem dimensão.
Analisemos esse conceito com base nas Leis que seguirão. Este é mais um exemplo de algo que pode ser esclarecido conforme os conceitos forem sendo expandidos.
Todas essas Leis estão ligadas. Assim, como falamos de existência individual, falaremos da Lei da Autoridade.

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6. A Lei dos Protótipos
Toda energia emitida finaliza-se numa forma.


A primeira das Leis que regem os fatos, o que chamam de coisas objetivas neste tempo e neste espaço, ou em qualquer outra dimensão é a Lei dos Protótipos.
A Lei dos Protótipos diz que sempre há uma busca por uma forma para se materializar uma energia.
Não existe nenhum tipo de energia emitida — e isto compreende ideias e sentimentos —, que não vá se finalizar numa forma.
Dessa maneira, seria interessante que começassem a prestar atenção no que sentem e no que pensam, porque toda energia, todo sentimento, irá se transformar numa forma e isso não quer dizer consequência, significa apenas, que tomará uma forma, materializada, seja uma ideia, ou um sentimento.

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5. A Lei da Unidade
Sendo que tudo parte da mesma Fonte e tudo é Um, não há contra o que se lutar. Qualquer tipo de luta é sempre contra si mesmo, em qualquer nível e qualquer dimensão.


Esta é a Lei que regula a ausência das lutas. Não há contra quem se lutar, ou com o que se lutar, se tudo parte do mesmo local e tudo é Um. Qualquer tipo de luta é sempre contra si próprio, em qualquer nível e em qualquer dimensão.

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4. A Lei da Gratidão
Devolver a energia recebida.


Gratidão, para esta dimensão, pode ser compreendida como valorização, reconhecimento, preenchimento de desejo, ou satisfação.
Percebam como sempre vinculam os conceitos às questões emocionais. Para o Universo, contudo, as coisas são um tanto mais simples.
Gratidão significa que a energia recebida deve ser devolvida.
Os seres humanos tendem a ligar a gratidão sempre às situações positivas e benéficas em suas vidas e sentem gratidão quando um ser comete um bem.
Porém, gratidão é apenas devolver a energia recebida.
A partir deste conhecimento, têm condições, neste momento, de perceber o quanto, achando que são gratos, são ingratos, quase que o tempo inteiro, pois muitas vezes agradecem, mas não devolvem.
Assim, se pudessem e quisessem apenas agradecer, neste conceito de agradecimento, o que deveriam fazer para que realmente a energia recebida fosse devolvida?
Nossa pergunta objetiva: agradecer com palavras seria suficiente?
Se querem devolver a energia com palavras devem fazer isso, e podem fazer isso, através de bênçãos.
Para ter gratidão é preciso achar uma maneira, na medida do ato que foi cometido em relação a vocês, de devolver esta energia, qualquer que seja a forma. O conceito de gratidão para o Universo restringe-se a: energia recebida e energia devolvida.

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3. A Lei da Misericórdia
Conferir o perdão a si e aos outros seres, na medida em que esses seres tenham entre si algum envolvimento, relacionado a alguma situação específica.


Existe uma outra Lei, da qual falaremos adiante, que é a Lei da Graça, também relacionada ao perdão. Porém, a Lei da Misericórdia confere o perdão, que para os princípios universais, significa cancelamento e esquecimento de qualquer vínculo em relação àquela situação.
Precisam compreender que no funcionamento geral do Universo não se “perdoa pessoas”; cancela-se o vínculo com situações, o que talvez torne mais fácil esse processo, para cada um dos indivíduos.
Como poderiam perdoar pessoas, se todos saíram do mesmo local e são praticamente o mesmo ser, individualizado de formas diferentes?
As inter-relações são baseadas em situações. É a situação que causa o que chamam de bem ou mal a outro ser, não o próprio ser. Essa mudança de foco e de paradigma, propicia a maior paz possível.
Quanto às memórias daquela situação, elas ficam guardadas no quarto corpo e não são apagadas. As memórias ficam, porém em termos de situações, não relacionadas aos seres que a deram origem. Uma situação é apenas uma situação. Ela só é diferenciada quando ocorre com você, ou com alguém a quem tem estima.
Caso uma pessoa de sua estima, um indivíduo de sua estima, sofra um mal, essa memória será armazenada de uma forma, em seu quarto corpo. Por outro lado, se este mesmo mal for praticado a uma pessoa com a qual você não tenha nenhum vínculo, você não terá o mesmo sentimento, nem o armazenará no seu quarto corpo.
As situações não causam nenhum mal, porém, são elas que devem ser perdoadas, não os seres que a cometeram.
Verão mais adiante que as situações podem ser provocadas, ou ainda, têm uma função específica
Tratamos até agora de Leis diferentes. Falamos da Lei Universal, que é o conhecimento e a consciência de que cada ser que existe tem do Universo todas as condições para desenvolver-se com pleno potencial. Falamos da Lei do Amor, falamos da Lei da Misericórdia, falaremos agora da Lei da Gratidão.

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1. A Lei Universal
Conhecimento e consciência de que cada ser existente tem do Universo todas as condições para desenvolver-se com pleno potencial, para crescer e para desfrutar, independentemente de sua forma de individualização.


A partir do momento que algo se separa e se individualiza da Fonte, tem todas as condições dadas pelo Universo, para que se desenvolva em seu pleno potencial, conforme a forma que escolheu para essa individualização.
Assim, uma das relações com as premissas pentadimensionais de não julgamento, significa que não se pode comparar um ser com outro no que tange ao desenvolvimento. Todos os seres têm em si a possibilidade de desenvolverem-se em sua plenitude. Tudo no Universo é dado para que ele se desenvolva em sua plena potência.
Quando comparam e julgam, começam a ver diferenças nesse desenvolvimento e nessa exteriorização de potencial.
Poderiam imaginar que um gato desenvolveu-se menos do que uma mulher? Dentro de suas condições de individualização ele tem todo potencial de desenvolvimento!
Porém, é preciso que fique claro que para que isso aconteça, é necessário conhecimento e consciência.

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I. Das bases gerais para cada indivíduo, no Novo Ciclo

A base da quinta dimensão também é pentadimensional. Ela não compreende julgamento, ela não compreende arrogância, ela não compreende nada contrário à Lei do Amor. Ela não resiste ao mal. Ela não vai contra a Lei da Misericórdia.
Assim, as bases de cada indivíduo, para este novo Ciclo, são:

• 1. Não julgar
• 2. Ser humilde
• 3. Não fazer nada contra a Lei do Amor
• 4. Não resistir ao mal
• 5. Não fazer nada contra a Lei da Misericórdia

Cada um dos conceitos será explicado juntamente com todos os outros que regem os aspectos objetivos desse tempo e dessa dimensão e compõem as premissas básicas, independentes e superiores à qualquer outra Lei.

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Introdução

Inicialmente, a chegada à quinta dimensão não significa que não haverá mais contato com a terceira, porém, o acesso será imediato e possível às duas dimensões, simultaneamente.
Todas as vezes que um evento dessa magnitude ocorre, ganha-se algo que, para aquele tempo e aquela dimensão, funciona como que uma carga de responsabilidade extra ou, num exemplo para os seres humanos, como se a maioridade legal fosse atingida.
Dessa forma, a cada grande mudança de época ou de Ciclo, são informadas as Leis que regem o próximo Ciclo, bem como, entendidas as Leis que regeram o Ciclo anterior, na tentativa de que o processo evolutivo seja para o crescimento de todos os seres envolvidos.
O que normalmente ocorre e já ocorreu em todos os outros Ciclos — não apenas neste planeta, assim, isso parece ser uma experiência universal — é o fato de na explicação das Leis do próximo Ciclo (e também das Leis do Ciclo anterior) os seres que a recebem tomam para si uma propriedade que faz com que sejam vistos como sabedores das possibilidades e probabilidades ditas, “divinas”. Dessa maneira, se criam os panteões dos deuses e também, as crenças e as bases que, muitas vezes, durante os outros 13 mil anos, não são compreendidas com exatidão.
Quando o conjunto de regras que definem o Ciclo é fornecido, os seres que o recebem, tornam-se como “legisladores” e são tidos e entendidos como os “deuses” daquele Ciclo, o que absolutamente não corresponde à realidade e muito menos à verdade essencial.
As regras e Leis servem para entender o funcionamento de tudo o que acontecerá e de como as situações ocorrem; como há o crescimento; como há a obtenção de qualquer aspecto daquele Ciclo.
Por isso, na transmissão deste Codex, é importante que os termos sejam completamente entendidos pelas mentes racionais, reduzidos à sua essência e universalizados, evitando-se confusões semânticas e conceituais.
A luta que acham que têm, em relação ao mal deste plano e desta dimensão, nunca existiu.
Na criação de todas as coisas e na individualização da Fonte, um dos aspectos era o contrário do que chamam de bem. Porém, esse aspecto já foi superado há muito, na própria criação. Isto significa, exatamente, que o que acham que hoje é mal, é apenas um eco daquilo que já foi e já passou.
Não devem se preocupar e se ocupar de lutar contra o mal. Um dos primeiros conceitos a entender é que o bem, ou o que chamam de bem, não trava nenhum tipo de batalha ou de luta, pelo simples fato de entender que aquilo é apenas uma ilusão. Apesar disto ter reflexos físicos e objetivos em seu mundo, trata-se de algo que já aconteceu.
Isto ficará mais claro quando conseguirem alcançar um nível pentadimensional.
E assim vamos começar, colocando as cinco primeiras regras mais importantes que serão registradas conjuntamente e formam as bases que todos os indivíduos devem ter, independente das Leis.

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Introdução
I. Das bases gerais para cada indivíduo, no Novo Ciclo
1. A Lei Universal
II. Das Leis Individuais
2. A Lei do Amor
3. A Lei da Misericórdia
4. A Lei da Gratidão
5. A Lei da Unidade
III. Das Leis do aparecimento dos fatos objetivos nas dimensões
6. A Lei dos Protótipos
7. A Lei da Realidade
8. A Lei da Autoridade
9. A Lei da Consciência
10. A Lei da Causa e Efeito
11. A Lei do Acaso
12. A Lei da Mudança
13. A Lei do Caos e da Ordem
14. A Lei da Cocriação
15. A Lei da Correspondência
16. A Lei da Coragem
IV. Das Leis que regulam os ganhos, méritos, presentes e as energias de troca
17. A Lei da Credibilidade
18. A Lei da Troca
19. A Lei da Descrição
20. A Lei da Coletividade
21. A Lei da Manifestação da Fonte
22. A Lei da Duração e da Densidade
23. A Lei do Entusiasmo
24. A Lei da Essência
25. A Lei da Incompletude
V. Das Leis que compõem o regimento energético dos seres, das situações, das emoções e das inter-relações que partem do Eu
26. A Lei da Expansão
27. Lei do Livre-Arbítrio
28. A Lei da Liberdade
29. A Lei da Graça
30. Lei da Felicidade
31. A Lei da Harmonia
32. A Lei da Honestidade
33. A Lei da Justiça
34. A Lei da Responsabilidade
VI. Da manipulação dos aspectos físicos deste plano e desta dimensão
35. A Lei da Informação
36. A Lei da Manifestação Física
37. A Lei da Apolaridade
38. A Lei do Paradoxo
39. A Lei da Pacificação
40. A Lei da Penetração
41. A Lei da Projeção
42. A Lei da Vibração
43. A Lei da Reconciliação – Decreto para este Ciclo
Palavras Finais

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Codex Comentado

Dezembro / 2012

Brasil

Leis transmitidas pela Consciência e comentada pelo Povo das Plêiades

Canal SP-Brasil: Equipe Era de Cristal
Revisão: Equipe Era de Cristal e STUM
Versão – Português

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Notas dos Revisores:
Antes de iniciar a exposição das Leis do CODEX, cabe destacar alguns aspectos fundamentais para evitar que se perca tempo com divagações infrutíferas e discussões que não levam a lugar algum:
As assim chamadas "Leis" que o Codex apresenta, jamais foram "votadas", escolhidas ou promulgadas. Elas igualmente não foram debatidas em algum congresso, nem tampouco alguém que está tendo acesso às dimensões onde estas leis operam será "consultado previamente" acerca de sua opinião ou aceitação a estas leis, do mesmo modo que ninguém no mundo terreno foi consultado acerca da sua aprovação da Lei da Gravidade.
Exatamente como a Lei da Gravidade, as Leis que o Codex compila, apenas SÃO. Independentemente da opinião ou vontade de quem quer que seja.
Ainda que qualquer um seja livre para manifestar que "não lhe agrada" estar sujeito à lei da gravidade, é completamente irrelevante a um ser material na terceira dimensão declarar-se isento dos efeitos da lei.
Para prosseguir no exemplo facilitador, criticar ou denegrir o nome de Isaac Newton porque ele tenha DESCRITO a Lei da Gravidade e seus efeitos seria absoluta falta de senso. Newton não criou a lei da gravidade, tanto quanto os seres que nos apresentaram o Codex não criaram as leis que o compõem. Do mesmo modo que Newton deu ao conhecimento do mundo uma descrição de uma lei, os seres o fizeram em relação a todas as leis ora apresentadas no Codex.
Quem apresenta um conhecimento merece a nossa gratidão e reconhecimento. E o nosso entendimento de que, sejam portadores de informações que nos agradem ou não, sua generosidade está no compartilhamento deste conhecimento.
O fato da Lei da Gravidade ter sido DESCRITA não mudou nada na física do mundo. Mudou muito, entretanto, no comportamento dos homens, que incorporando o entendimento da lei puderam trabalhar, pesquisar e criar soluções que nasceram ATRAVÉS deste entendimento. Jamais poderia ter sido criado qualquer meio de voo, por exemplo, antes que fosse compreendida e descrita a lei da gravidade. Do mesmo modo, é a descrição das leis que regem o Novo Mundo que nos permitirá evoluir neste Novo Mundo.
Que nos fique sempre a lição de extrema clareza: antes de entender a lei da gravidade, o homem inúmeras vezes jogou-se de penhascos e montes buscando alçar-se aos céus, sem entender os desígnios o impediam de subir ao invés de cair em direção ao solo. Somente ao entender a lei e trabalhar dentro de seus limites pudemos criar meios para voar.

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