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Dom Lucas Coelho, OSB

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irlucascoelhoosb

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CAPÍTULO 19 - Da maneira de salmodiar [1] Cremos estar em toda parte a presença divina e que "os olho do Senhor vêem em todo lugar os bons e os maus". [2] Creiamos nisso principalmente e sem dúvida alguma, quando estamos presentes ao Ofício Divino. [3] Lembremo-nos, pois, sempre, do que diz o Profeta: "Servi ao Senhor no temor". [4] E também: "Salmodiai sabiamente". [5] E ainda: "Cantar-vos-ei em face dos anjos". [6] Consideremos, pois, de que maneira cumpre estar na presença da Divindade e de seus anjos; [7] e tal seja a nossa presença na salmodia, que nossa mente concorde com nossa voz

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CAPÍTULO 17 - Quantos salmos deverão ser cantados nessas mesmas horas [1] Já dispusemos a Ordem da Salmodia, dos Noturnos e das Matinas; vejamos agora a das Horas seguintes. [2] À Hora de Prima sejam ditos: três salmos separadamente, não sob um só "Gloria", [3] e o hino da mesma Hora, que virá depois do versículo " Ó Deus, vinde em meu auxílio" e antes que sejam começados os salmos. [4] Terminados os três salmos, recitem-se uma lição, o versículo, "Kyrie eleison", e façam-se as orações finais. [5] Terça, Sexta, e Noa sejam celebradas segundo a mesma ordem, isto é: versículo, hinos de cada uma das Horas, três salmos, lição e versículo, "Kyrie eleison" e as orações finais. [6] Se a comunidade for grande, sejam os salmos cantados com antífona; se for pequena, em tom direto. [7] A sinaxe vespertina consta de quatro salmos com antífonas; [8] depois dos quais deve ser recitada uma lição; em seguida o responsório, o ambrosiano, o versículo, o cântico do Evangelho, a litania, a oração dominical e as orações finais. [9] As Completas compreendem a recitação de três salmos, que devem ser ditos em tom direto, sem antífona; [10] Depois deles, o hino da mesma Hora, uma lição, o versículo, o "Kyrie eleison", a bênção e as orações finais

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CAPÍTULO 16 - Como serão celebrados os ofícios durante o dia [1] Diz o Profeta: "Louvei-vos sete vezes por dia". [2] Assim, também nós realizaremos esse sagrado número, se, por ocasião das Matinas, Prima, Terça, Sexta, Noa, Vésperas e Completas, cumprirmos os deveres da nossa servidão; [3] porque foi destas Horas do dia que ele disse: "Louvei-vos sete vezes por dia". [4] Quanto às Vigílias noturnas, diz da mesma forma o mesmo profeta: "Levantava-me no meio da noite para louvar-vos". [5] Rendamos, portanto, nessas horas, louvores ao nosso Criador "sobre os juízos da sua justiça", isto é, nas Matinas, Prima, Terça, Sexta, Noa, Vésperas e Completas; e à noite, levantemo-nos para louvá-Lo

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CAPÍTULO 13 - Como serão realizadas as matinas em dia comum [1] Nos dias comuns, porém, a solenidade das Matinas seja assim realizada, [2] a saber: recita-se o salmo sexagésimo sexto sem antífona, um tanto lentamente, como no domingo, de modo que todos cheguem para o quinquagésimo, o qual deve ser recitado com antífona. [3] Depois desse, recitem-se outros dois salmos, segundo o costume, isto é, [4] segunda-feira, o quinto e o trigésimo quinto; [5] terça-feira, o quadragésimo segundo e o quinquagésimo sexto; [6] quarta-feira, o sexagésimo terceiro e o sexagésimo quarto; [7] quinta-feira, o octogésimo sétimo e o octogésimo nono; [8] sextafeira, o septuagésimo quinto e o nonagésimo primeiro; [9] sábado, o centésimo quadragésimo segundo e o cântico do Deuteronômio, que deve ser dividido em dois "Gloria". [10] Nos outros dias, diga-se um cântico dos Profetas, um para cada dia, como canta a Igreja Romana. [11] A esses seguem-se os "Laudate", depois uma lição do Apóstolo recitada de memória, o responsório, o ambrosiano, o versículo, o cântico do Evangelho, a litania, e está completo. [12] Não termine, de forma alguma, o ofício da manhã ou da tarde sem que o superior diga, em último lugar, por inteiro e de modo que todos ouçam, a oração dominical, por causa dos espinhos de escândalos que costumam surgir, [13] de maneira que, interpelados os irmãos pela promessa da própria oração que estão rezando: "perdoai-nos assim como nós perdoamos", se preservem de tais vícios. [14] Nos demais ofícios diga-se a última parte dessa oração, de modo a ser respondido por todos: "Mas livrai-nos do mal

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CAPÍTULO 12 - Como será realizada a solenidade das matinas [1] Nas Matinas de domingo, [2] diga-se em primeiro lugar o salmo sexagésimo sexto, sem antífona, em tom direto. Diga-se, depois, o quinquagésimo, com "Aleluia". [3] Em seguida, o centésimo décimo sétimo e o sexagésimo segundo; [4] seguem-se então os "Benedicite", e os "Laudate", uma lição do Apocalipse de cor, o responsório, o ambrosiano, o versículo, o cântico do Evangelho, a litania, e está terminado

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CAPÍTULO 11 - Como serão celebradas as Vigílias aos domingos [1] Aos domingos, levante-se mais cedo para as Vigílias, [2] nas quais se mantenha a mesma medida já referida, isto é: modulados, conforme dispusemos acima, seis salmos e o versículo, e estando todos convenientemente e pela ordem assentados nos bancos, leiam-se no livro, como já mencionamos, quatro lições com seus responsórios; [3] só o quarto responsório é dito por quem está cantando o "Gloria", ao começo do qual se levantem todos com reverência. [4] A essas lições sigam-se, por ordem, outros seis salmos com antífonas, como os anteriores, e o versículo. [5] Terminados esses, voltam-se a ler outras quatro lições com seus responsórios, na mesma ordem que acima. [6] Em seguida, digam-se três cânticos dos Profetas que o Abade determinar, os quais sejam salmodiados com "Aleluia". [7] Dito também o versículo, sejam lidas com a bênção do Abade outras quatro lições do Novo Testamento, na mesma ordem que acima. [8] Depois do quarto responsório o abade entoa o hino "Te Deum laudamus". [9] Uma vez terminado, leia o Abade o Evangelho, permanecendo todos de pé com reverência e temor. [10] Quando essa leitura terminar, respondam todos: "Amém"; e o abade prossegue logo com o hino "Te decet laus", e, dada a bênção, comecem as Matinas. [11] Essa disposição das Vigílias para o domingo deve ser mantida, como está, em todo tempo, tanto no verão quanto no inverno, [12] a não ser que, por acaso, e que tal não aconteça, os monges se levantem mais tarde e se tenha de abreviar algo das lições ou dos responsórios. [13] Haja, porém, todo o cuidado para que isso não venha a suceder; se, porém, acontecer, satisfaça dignamente a Deus no oratório, aquele por cuja culpa veio esse fato a verificar-se

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CAPÍTULO 10 - Como será celebrado no verão o louvor divino [1] De Páscoa até primeiro de novembro, mantenha-se, quanto à salmodia, a mesma medida acima determinada; [2] as lições do livro, porém, por causa da brevidade das noites, não são lidas; em lugar dessas três lições, seja recitada de memória uma do Antigo Testamento, seguida de responsório breve, [3] e cumpram-se todas as outras coisas como ficou dito acima, isto é: que nunca se digam nas Vigílias noturnas, menos de doze salmos além do terceiro e do nonagésimo quarto

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CAPÍTULO 8 - Dos Ofícios Divinos durante a noite [1] Em tempo de inverno, isto é, de primeiro de novembro até a Páscoa, em consideração ao que é razoável, devem os monges levantar-se à oitava hora da noite [2] de modo que durmam um pouco mais da metade da noite e se levantem tendo já feita a digestão. [3] O tempo que resta depois das Vigílias seja empregado na preparação de algum trecho do saltério ou das lições, por parte dos irmãos que disto necessitarem. [4] Da Páscoa, porém, até o referido dia primeiro de novembro, seja regulada a hora de tal maneira que as Matinas que devem ser celebradas quando começa a clarear, venham em seguida ao ofício das Vigílias, depois de brevíssimo intervalo, durante o qual os irmãos saem para as necessidades naturais

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CAPÍTULO 7 - Da humildade [1] Irmãos, a Escritura divina nos clama dizendo: "Todo aquele que se exalta será humilhado e todo aquele que se humilha será exaltado". [2] Indica-nos com isso que toda elevação é um gênero da soberba, [3] da qual o Profeta mostra precaver-se quando diz: "Senhor, o meu coração não se exaltou, nem foram altivos meus olhos; não andei nas grandezas, nem em maravilhas acima de mim. [4] Mas, que seria de mim se não me tivesse feito humilde, se tivesse exaltado minha alma? Como aquele que é desmamado de sua mãe, assim retribuirias a minha alma. [5] Se, portanto, irmãos, queremos atingir o cume da suma humildade e se queremos chegar rapidamente àquela exaltação celeste para a qual se sobe pela humildade da vida presente, [6] deve ser erguida, pela ascensão de nossos atos, aquela escada que apareceu em sonho a Jacó, na qual lhe eram mostrados anjos que subiam e desciam. [7] Essa descida e subida, sem dúvida, outra coisa não significa, para nós, senão que pela exaltação se desce e pela humildade se sobe. [8] Essa escada ereta é a nossa vida no mundo, a qual é elevada ao céu pelo Senhor, se nosso coração se humilha. [9] Quanto aos lados da escada, dizemos que são o nosso corpo e alma, e nesses lados a vocação divina inseriu, para serem galgados, os diversos graus da humildade e da disciplina. [10] Assim, o primeiro grau da humildade consiste em que, pondo sempre o monge diante dos olhos o temor de Deus, evite, absolutamente, qualquer esquecimento, [11] e esteja, ao contrário, sempre lembrado de tudo o que Deus ordenou, revolva sempre, no espírito, não só que o inferno queima, por causa de seus pecados, os que desprezam a Deus, mas também que a vida eterna está preparada para os que temem a Deus; [12] e, defendendo-se a todo tempo dos pecados e vícios, isto é, dos pecados do pensamento, da língua, das mãos, dos pés e da vontade própria, como também dos desejos da carne, [13] considere-se o homem visto do céu, a todo momento, por Deus, e suas ações vistas em toda parte pelo olhar da divindade e anunciadas a todo instante pelos anjos. [14] Mostra-nos isso o Profeta quando afirma estar Deus sempre presente aos nossos pensamentos: "Deus que perscruta os corações e os rins". [15] E também: "Deus conhece os pensamentos dos homens". [16] E ainda: "De longe percebestes os meus pensamentos" [17] e "o pensamento do homem vos será confessado". [18] Portanto, para que esteja vigilante quanto aos seus pensamentos maus, diga sempre, em seu coração, o irmão empenhado em seu

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CAPÍTULO 6 - Do silêncio [1] Façamos o que diz o profeta: "Eu disse, guardarei os meus caminhos para que não peque pela língua: pus uma guarda à minha boca: emudeci, humilheime e calei as coisas boas". [2] Aqui mostra o Profeta que, se, às vezes, se devem calar mesmo as boas conversas, por causa do silêncio, quanto mais não deverão ser suprimidas as más palavras, por causa do castigo do pecado? [3] Por isso, ainda que se trate de conversas boas, santas e próprias a edificar, raramente seja concedida aos discípulos perfeitos licença de falar, por causa da gravidade do silêncio, [4] pois está escrito: "Falando muito não foges ao pecado", [5] e em outro lugar: "a morte e a vida estão em poder da língua Com efeito, falar e ensinar compete ao mestre; ao discípulo convém calar e ouvir. [7] Por isso, se é preciso pedir alguma coisa ao superior, que se peça com toda a humildade e submissão da reverência. [8] Já quanto às brincadeiras, palavras ociosas e que provocam riso, condenamo-las em todos os lugares a uma eterna clausura, para tais palavras não permitimos ao discípulo abrir a boca

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CAPÍTULO 5 - Da obediência [1] O primeiro grau da humildade é a obediência sem demora. [2] É peculiar àqueles que estimam nada haver mais caro que o Cristo; [3] por causa do santo serviço que professaram, por causa do medo do inferno ou por causa da glória da vida eterna, [4] desconhecem o que seja demorar na execução de alguma coisa logo que ordenada pelo superior, como sendo por Deus ordenada. [5] Deles diz o Senhor: "Logo ao ouvir-me, obedeceu-me". [6] E do mesmo modo diz aos doutores: "Quem vos ouve a mim ouve". [7] Pois são esses mesmos que, deixando imediatamente as coisas que lhes dizem respeito e abandonando a própria vontade, [8] desocupando logo as mãos e deixando inacabado o que faziam, seguem com seus atos, tendo os passos já dispostos para a obediência, a voz de quem ordena. [9] E, como que num só momento, ambas as coisas - a ordem recém-dada do mestre e a perfeita obediência do discípulo - são realizadas simultânea e rapidamente, na prontidão do temor de Deus. [10] Apodera-se deles o desejo de caminhar para a vida eterna; [11] por isso, lançam-se como que de assalto ao caminho estreito do qual diz o Senhor: "Estreito é o caminho que conduz à vida", [12] e assim, não tendo, como norma de vida a própria vontade, nem obedecendo aos próprios desejos e prazeres, mas caminhando sob o juízo e domínio de outro e vivendo em comunidade, desejam que um Abade lhes presida. [13] Imitam, sem dúvida, aquela máxima do Senhor que diz: "Não vim fazer minha vontade, mas a d’Aquele que me enviou". [14] Mas essa mesma obediência somente será digna da aceitação de Deus e doce aos homens, se o que é ordenado for executado sem tremor, sem delongas, não mornamente, não com murmuração, nem com resposta de quem não quer. [15] Porque a obediência prestada aos superiores é tributada a Deus. Ele próprio disse: "Quem vos ouve, a mim me ouve". [16] E convém que seja prestada de boa vontade pelos discípulos, porque "Deus ama aquele que dá com alegria". [17] Pois, se o discípulo obedecer de má vontade e se murmurar, mesmo que não com a boca, mas só no coração, [18] ainda que cumpra a ordem, não será mais o seu ato aceito por Deus que vê seu coração a murmurar; [19] e por tal ação não consegue graça alguma, e, ainda mais, incorre no castigo dos murmuradores se não se emendar pela satisfação

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Não ser murmurador. [40] Não ser detrator. [41] Colocar toda a esperança em Deus. [42] O que achar de bem em si, atribuí-lo a Deus e não a si mesmo. [43] Mas, quanto ao mal, saber que é sempre obra sua e a si mesmo atribuí-lo. [44] Temer o dia do juízo. [45] Ter pavor do inferno. [46] Desejar a vida eterna com toda a cobiça espiritual. [47] Ter diariamente diante dos olhos a morte a surpreendê-lo. [48] Vigiar a toda hora os atos de sua vida. [49] Saber como certo que Deus o vê em todo lugar. [50] Quebrar imediatamente de encontro ao Cristo os maus pensamentos que lhe advêm ao coração e revelá-los a um conselheiro espiritual. [51] Guardar sua boca da palavra má ou perversa. [52] Não gostar de falar muito. [53] Não falar palavras vãs ou que só sirvam para provocar riso. [54] Não gostar do riso excessivo ou ruidoso. [55] Ouvir de boa vontade as santas leituras. [56] Dar-se freqüentemente à oração. [57] Confessar todos os dias a Deus na oração, com lágrimas e gemidos, as faltas passadas e [58] daí por diante emendar-se delas. [59] Não satisfazer os desejos da carne. [60] Odiar a própria vontade. [61] Obedecer em tudo às ordens do Abade, mesmo que este, o que não aconteça, proceda de outra forma, lembrando-se do preceito do Senhor: "Fazei o que dizem, mas não o que fazem". [62] Não querer ser tido como santo antes que o seja, mas primeiramente sê-lo para que como tal o tenham com mais fundamento. [63] Pôr em prática diariamente os preceitos de Deus. [64] Amar a castidade. [65] Não odiar a ninguém. [66] Não ter ciúmes. [67] Não exercer a inveja. [68] Não amar a rixa. [69] Fugir da vanglória. [70] Venerar os mais velhos. [71] Amar os mais moços. [72] Orar, no amor de Cristo, pelos inimigos. [73] Voltar à paz, antes do pôr-do-sol, com aqueles com quem teve desavença. [74] E nunca desesperar da misericórdia de Deus. [75] Eis aí os instrumentos da arte espiritual: [76] se forem postos em ação por nós, dia e noite, sem cessar, e devolvidos no dia do juízo, seremos recompensados pelo Senhor com aquele prêmio que Ele mesmo prometeu: [77] "O que olhos não viram nem ouvidos ouviram preparou Deus para aqueles que o amam". [78] São, porém, os claustros do mosteiro e a estabilidade na comunidade a oficina onde executaremos diligentemente tudo isso

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