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Sinal Verde - André Luiz.

Mensagens de bem viver.

Sinal Verde

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Sinal Verde - André Luiz. Mensagens de bem viver.

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Publicado há 1739 dias - 0 estrelas

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47. Visitação a Doentes
A visita ao doente pede tato e compreensão.
Abster-se de dar a mão ao enfermo quando a pessoa for admi-
tida à presença dele, com exceção dos casos em que seja ele
quem tome a iniciativa.
Se o visitante não é chamado espontaneamente para ver o do-
ente, não insistirá nisso, aceitando tacitamente os motivos imani-
festos que lhe obstam semelhante contato.
Toda conversa ao pé de um doente, exige controle e seleção.
Evitar narrações ao redor de moléstias, sintomas, padecimen-
tos alheios e acontecimentos desagradáveis.
Um cartão fraterno ou algumas flores, substituindo a presen-
ça, na hipótese de visitação repetida, em tratamentos prolonga-
dos, constituem mananciais de vibrações construtivas.
Conquanto a oração seja bênção providencial, em todas as
ocasiões, o tipo de assistência médica, em favor desse ou daquele
enfermo, solicita apreço e acatamento.
Nunca usar voz muito alta em hospital ou em quarto de en-
fermo.
Por mais grave o estado orgânico de um doente, não se lhe
impor vaticínios acerca da morte, porquanto ninguém, na Terra,
possui recursos para medir a resistência de alguém e, para cada
agonizante que desencarna, funciona a Misericórdia de Deus, na
Vida Maior, através de Espíritos Benevolentes e Sábios que
dosam a verdade em amor, em benefício dos irmãos que se trans-
ferem de plano.
Toda visita a um doente - quando seja simplesmente visita -,
deve ser curta.

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45. Perante o Sexo
Nunca escarneça do sexo, porque o sexo é manancial de cria-
ção divina, que não pode se responsabilizar pelos abusos daque-
les que o deslustram.
Psicologicamente, cada pessoa conserva, em matéria de sexo,
problemática diferente.
Em qualquer área do sexo, reflita antes de se comprometer,
de vez que a palavra empenhada gera vínculos no espírito.
Não tente padronizar as necessidades afetivas dos outros por
suas necessidades afetivas, porquanto embora o amor seja luz
uniforme e sublime em todos, o entendimento e posição do amor
se graduam de mil modos na senda evolutiva.
Use a consciência, sempre que se decidir ao emprego de suas
faculdades genésicas, imunizando-se contra os males da culpa.
Em toda comunicação afetiva, recorde a regra áurea: “não fa-
ça a outrem o que não deseja que outrem lhe faça”.
O trabalho digno que lhe assegure a própria subsistência é só-
lida garantia contra a prostituição.
Não arme ciladas para ninguém, notadamente nos caminhos
do afeto, porque você se precipitará dentro delas.
Não queira a sua felicidade ao preço do alheio infortúnio,
porque todo desequilíbrio da afeição desvairada será corrigido, à
custa da afeição torturada, através da reencarnação.
Se alguém errou na experiência sexual, consulte o próprio ín-
timo e verifique se você não teria incorrido no mesmo erro se
tivesse oportunidade.
Não julgue os supostos desajustamentos ou as falhas reco-
nhecidas do sexo e sim respeite as manifestações sexuais do
próximo, tanto quanto você pede respeito para aquelas que lhe
caracterizam a existência, considerando que a comunhão sexual é
sempre assunto íntimo entre duas pessoas, e, vendo duas pessoas
unidas, você nunca pode afirmar com certeza o que fazem; e, se
a denúncia quanto à vida sexual de alguém é formulada por par-
ceiro ou parceira desse alguém, é possível que o denunciante seja
mais culpado quanto aos erros havidos, de vez que, para saber
tanto acerca da pessoa apontada ao escárnio público, terá com-
partilhado das mesmas experiências.
Em todos os desafios e problemas do sexo, cultive a miseri-
córdia para com os outros, recordando que, nos domínios do
apoio pela compreensão, se hoje é o seu dia de dar, é possível
que amanhã seja o seu dia de receber.

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33. Hábitos Infelizes
Usar pornografia ou palavrões, ainda que estejam suposta-
mente na moda.
Pespegar tapinhas ou cotucões a quem se dirija a palavra.
Comentar desfavoravelmente a situação de qualquer pessoa.
Estender boatos e entretecer conversações negativas.
Falar aos gritos.
Rir descontroladamente.
Aplicar franqueza impiedosa a pretexto de honorificar a ver-
dade.
Escavar o passado alheio, prejudicando ou ferindo os outros.
Comparar comunidades e pessoas, espalhando pessimismo e
desprestígio.
Fugir da limpeza.
Queixar-se, por sistema, a propósito de tudo e de todos.
Ignorar conveniências e direitos alheios.
Fixar intencionalmente defeitos e cicatrizes do próximo.
Irritar-se por bagatelas.
Indagar de situações e ligações, cujo sentido não possamos
penetrar.
Desrespeitar as pessoas com perguntas desnecessárias.
Contar piadas suscetíveis de machucar os sentimentos de
quem ouve.
Zombar dos circunstantes ou chicotear os ausentes.
Analisar os problemas sexuais seja de quem seja.
Deitar conhecimentos fora de lugar e condição, pelo prazer de
exibir cultura e competência.
Desprestigiar compromissos e horários.
Viver sem método.
Agitar-se a todo instante, comprometendo o serviço alheio e
dificultando a execução dos deveres próprios.
Contar vantagens, sob a desculpa de ser melhor que os de-
mais.
Gastar mais do que se dispõe.
Aguardar honrarias e privilégios.
Não querer sofrer.
Exigir o bem sem trabalho.
Não saber agüentar injúrias ou críticas.
Não procurar dominar-se, explodindo nos menores contra-
tempos.
Desacreditar serviços e instituições.
Fugir de estudar.
Deixar sempre para amanhã a obrigação que se pode cumprir
hoje.
Dramatizar doenças e dissabores.
Discutir sem racionar.
Desprezar adversários e endeusar amigos.
Reclamar dos outros aquilo que nós próprios ainda não con-
seguimos fazer.
Pedir apoio sem dar cooperação.
Condenar os que não possam pensar por nossa cabeça.
Aceitar deveres e largá-los sem consideração nos ombros a-
lheios.

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28. Modos Desagradáveis
Manejar portas a pancadas ou pontapés.
Arrastar móveis com estrondo sem necessidade.
Censurar os pratos servidos à mesa.
Sentar-se desgovernadamente.
Assoar-se e examinar os resíduos recolhidos no lenço, junto
dos outros, esquecendo que isso é mais fácil no banheiro mais
próximo.
Bocejar ruidosamente enquanto alguém está com a palavra.
Falar como quem agride.
Efusões afetivas exageradas, em público.
Interromper a conversação alheia.
Não nos esqueçamos de que a gentileza e o respeito, no trato
pessoal, também significam caridade.

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27. Perante os Outros
Nunca desestime a importância dos outros.
Freqüentemente só pensamos na crítica com que os outros
nos possam alvejar, esquecendo-nos de que é igualmente dos
outros que recebemos a força para viver.
O auxílio ao próximo é o seu melhor investimento.
Valorize os outros, a fim de que os outros valorizem você.
Pense nos outros, não em termos de angelitude ou perversi-
dade, mas na condição de seres humanos com necessidades e
sonhos, problemas e lutas semelhantes aos seus.
Se a solidão valesse, as Leis de Deus não fariam o seu nasci-
mento na Terra entre duas criaturas, convertendo você em tercei-
ra pessoa para construir um grupo maior.

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26. Em Torno da Felicidade
Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos trans-
formamos sempre naquilo que amamos.
Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que
tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser.
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação
à felicidade que fizermos para os outros.
A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que
você lhe queira dar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na
vida externa, mas reside com endereço exato na consciência
tranqüila.
Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados
complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abra-
çando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de repa-
ração desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo
de alguém.
Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz
humildade e sem humildade é impossível ser feliz.
Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina
geradora da felicidade.
Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está
chamando o seu coração para vida nova.
Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, me-
dite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flo-
res que surgirão no jardim.

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24. Desejos
Desejo é realização antecipada.
Querendo, mentalizamos; mentalizando, agimos; agindo, atra-
ímos; e atraindo, realizamos.
Como você pensa, você crê, e como você crê, será.
Cada um tem hoje o que desejou ontem e terá amanhã o que
deseja hoje.
Campo de desejo, no terreno do espírito, é semelhante ao
campo de cultura na gleba do mundo, na qual cada lavrador é
livre na sementeira e responsável na colheita.
O tempo que o malfeitor gastou para agir em oposição à Lei,
é igual ao tempo que o santo despendeu para trabalhar subliman-
do a vida.
Todo desejo, na essência, é uma entidade tomando a forma
correspondente.
A vida é sempre o resultado de nossa própria escolha.
O pensamento é vivo e depois de agir sobre o objetivo a que
se endereça, reage sobre a criatura que o emitiu, tanto em relação
ao bem quanto ao mal.
A sentença de Jesus: “procura e achará” equivale a dizer:
“encontrarás o que desejas”.

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23. Melindres
Não permita que suscetibilidades lhe conturbem o coração.
Dê aos outros a liberdade de pensar, tanto quanto você é livre
para pensar como deseja.
Cada pessoa vê os problemas da vida em ângulo diferente.
Muita vez, uma opinião diversa da sua pode ser de grande
auxílio em sua experiência ou negócio, se você se dispuser a
estudá-la.
Melindres arrasam as melhores plantações de amizade.
Quem reclama, agrava as dificuldades.
Não cultive ressentimentos.
Melindrar-se é um modo de perder as melhores situações.
Não se aborreça, coopere.
Quem vive de se ferir, acaba na condição de espinheiro.

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22. Perguntas
Observe as próprias indagações, antes de formulá-las, ado-
tando o silêncio sempre que não tiverem finalidade justa.
Valiosa demonstração de entendimento e de afeto visitar a-
migos ou recebê-los sem perguntas quaisquer.
Ampare quantos lhes compartilham a vida, sem vascolejar-
lhes o coração com interrogatórios desnecessários.
Arrede da boca as inquirições sem proveito sobre a família do
próximo.
Não faça questionários quanto à vida íntima de ninguém.
Entretecer apontamentos sem necessidade, com relação à ida-
de física de alguém, não é apenas falta de tato e gentileza, mas
também ausência de caridade e de educação.
Se você nutre realmente amizade por essa ou aquela pessoa,
sem qualquer expectativa de tomar-lhe a companhia para a con-
vivência mais íntima, aceite-a tal qual é sem pedir-lhe certidão
do estado civil em que se encontra.
Indiscrição, leviandade, curiosidade vazia ou malícia afastam
de quem as cultiva as melhores oportunidades de elevação e
progresso.
O amor verdadeiro auxilia sem perguntar.
Respeite as necessidades e provações dos outros, para que os
outros respeitem as suas provações e necessidades.

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19. Nos Compromissos de Trabalho
Nunca se envergonhe, nem se lamente de servir.
Enriquecer o trabalho profissional, adquirindo conhecimentos
novos, é simples dever.
Colabore com as chefias através da obrigação retamente
cumprida, sem mobilizar expedientes de adulação.
Em hipótese alguma diminuir ou desvalorizar o esforço dos
colegas.
Jamais fingir enfermidades ou acidentes, principalmente no
intuito de se beneficiar das leis de proteção ou do amparo das
instituições securitárias, porque a vida costuma cobrar caro se-
melhantes mentiras.
Nunca atribua unicamente a você o sucesso dessa ou daquela
tarefa, compreendendo que em todo trabalho há que considerar o
espírito de equipe.
Sabotar o trabalho será sempre deteriorar o nosso próprio in-
teresse.
Aceitar a desordem ou estimulá-la, é patrocinar o próprio de-
sequilíbrio.
Você possui inúmeros recursos de promover-se ou de melho-
rar a própria área de ação, sem recorrer a desrespeito, perturba-
ção, azedume ou rebeldia.
Em matéria de remuneração, recorde: quem trabalha deve re-
ceber, mas igualmente quem recebe deve trabalhar.

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18. Em Torno da Profissão
A sua profissão é privilégio e aprendizado.
Se você puser amor naquilo que faz, para fazer os outros feli-
zes, a sua profissão, em qualquer parte, será sempre um rio de
bênçãos.
O seu cliente, em qualquer situação, é semelhante à árvore
que produz, em seu favor, respondendo sempre na pauta do tra-
tamento que recebe.
Toda tarefa corretamente exercida é degrau de promoção.
Em tudo aquilo que você faça, na atividade que o Senhor lhe
haja concedido, você está colocando o seu retrato espiritual.
Se você busca melhorar-se, melhorando o seu trabalho, guar-
de a certeza de que o trabalho lhe dará vida melhor.
O essencial em seu êxito não é tanto aquilo que você distribui
e sim a maneira pela qual você se decide a servir.
Ninguém procura ninguém para adquirir condenação ou aze-
dume.
Sempre que alguém se queixe de alguém, está criando empe-
ços na própria estrada para o sucesso.
Toda pessoa que serve além do dever, encontrou o caminho
para a verdadeira felicidade.

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17. Dever e Trabalho
O compromisso de trabalho inclui o dever de associar-se a
criatura ao esforço de equipe na obra a realizar.
Obediência digna tem o nome de obrigação cumprida no di-
cionário da realidade.
Quem executa com alegria as tarefas consideradas menores,
espontaneamente se promove às tarefas consideradas maiores.
A câmara fotográfica nos retrata por fora, mas o trabalho nos
retrata por dentro.
Quem escarnece da obra que lhe honorifica a existência, des-
prestigia a si mesmo.
Servir além do próprio dever não é bajular e sim entesourar
apoio e experiência, simpatia e cooperação.
Na formação e complementação de qualquer trabalho, é pre-
ciso compreender para sermos compreendidos.
Quando o trabalhador converte o trabalho em alegria, o traba-
lho se transforma na alegria do trabalhador.

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